31 de agosto de 2011

(C)ORAÇÃO

Às vezes seguir o coração é escutar quando ele diz que chega. Quando ele mostra, todo dia, que está cansado de ser maltratado e que aquilo que oferecem a ele é pouco e ele merece mais...

Escutar o coração não é deixar que pisem na gente. Escutar o coração é se encher de esperança mesmo quando tudo parece que vai contra a gente, e é também ter forças para matar um amor quando parece que a gente mata junto tanta coisa bonita dentro da gente...

16 de agosto de 2011

HOMENS NUNCA DIZEM NÃO

"Muitas mulheres não se vestem com modéstia, desencaminham os homens, corrompem sua castidade e disseminam o adultério pela sociedade, o que acaba aumentando os terremotos"

Kazem Sedighi

[Ouvindo, Leoni]

Viu? Nós, mulheres... Nossos olhos e nossos olhares, milhares de tentações!
Somos as responsáveis pelas catástrofes naturais que andam ocorrendo por Haiti, Chile, Indonésia, Japão... Devemos "botar a mão na consciência" e agir de forma mais solidária com os demais. E não adianta discutir. O cara é um sacerdote, ele conversa com Deus...

7 de agosto de 2011

APENAS UM PEDALINHO

[Ouvindo Metallica, aqui.]



Aquela cisne negra é a Petra e seu companheiro grande e branco, mas de plástico... Ele um pedalinho. Ela louca de amor, se abrigava debaixo dele e dormia todas as noites, durante um verão todo.



Linda história real!



Vendo tv, lembrei desta história da Petra, e de outros bichinhos que fazem a diferença.




[Mozart, vc também fez a diferença. Saudades eternas...]




Domingo, ele do meu lado, dando palpites pertinentes sobre o que escrevo, então... #maisconfiante, escrevo melhor. A história da Petra faz lembar a minha, poderia ser uma parábola, então direi...: Era uma vez uma cisne negra, chamada Petra, que andava tranquilamente no zoológico de Munique, na Alemanha. Tava lá, tranquilona, quando os admistradores do lugar resolveram botar um pedalinho (na tradicional forma de cisne) no lago,para os alemães passearem. Foi então que Petra se apaixonou pelo pedalinho!

Sim, a pobre cisne, assim como no "patinho Feio", não deslocava nenhum pretê cisne. Daí, quando viu o pedalinho, caiu de amores. Nem percebeu que ele não era real, eu também não percebi. Fazemos isso de vez em quando na nossa vida amorosa.

Ficamos fantasiando que aquele pretê é muito incrível, que manda bem em várias coisas, quando, na verdade, ele pode ser quase um "pedalinho". E só existi na nossa imaginação. Ele rambém parecia tão real, me enganei.

Voltando a Petra. Os admistradores do parque e o próprio diretor resolveram confiscar pedalinho, levá-lo para outro lugar, pra ver se a cisne se esquecia desse amor impossível.

E eis que em um dia de inverno, depois de várias tentativas para separar os cisnes. E conseguiram!Kate, sozinha, amuada, felizmente, um dia, antes tarde do que nunca, mudei de ideia, digo: Petra mudou de idéia. E resolveu se apaixonar por outro cisne. De carne e osso.

Genteee, quando se está apaixonada por um pretê-pedalinho e de nada adianta nossas amigas falarem, rezarem ou nos arrastarem pras festas. Por mais roubada que ele seja, continuamos lá, cegas pela imponência das plumas brancas.

Mas daí, um dia, acordamos com um outro humor,e, sim arranjamos alguém da nossa turma. Por isso, quando tudo der errado, lembrem-se da cisne Petra ou da minha história. Momentos bons, tive todos. Tenho sorte. Mas o meu presente de + ou - 1,90m, tem um futuro inteiro de amor maduro e real, com sabor de beijo na boca de língua.

Mesmo porque, Pedalinho só serve pra dar uma voltinha!!!



5 de agosto de 2011

É TOMBO OU VOO?!


"A vida, apesar de bruta, é meio mágica. E lá vou eu, nas minhas tentativas, às vezes meio cegas, às vezes meio burras, tentar acertar os passos. Sem me preocupar se a próxima etapa será o tombo ou o voo. Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parada. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo, do que o mal que há em você. Maior que todos os ventos contrários. É maior... porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim..."

[Bonitinho, né? Eu sou sensível... =)
 ... Ouvindo trust me, aqui.]

29 de julho de 2011

VOU TER QUE SER FELIZ BAIXINHO


A inveja tem sono leve...

"(...) eis que estou ótimo. (...) tem uma felicidade mansa por dentro, devagarinho. A casa bonita. Os dias bonitos. A roseira bonita... E trabalhos novos (breve a cores). Guardo o meu amor por dentro. É precioso. Pensar nele faz com que tenha vontade de cuidar de mim mesmo - então é bom. Guardando, guardando, feito jóia. Precioso, delicado. Meus dias têm sido claros. Lembro de um velho samba-canção: "Eu não peço nem quero/ para o meu coração/ nada mais que uma linda ilusão". #Supersábio.


Joguei I Ching lindo hoje, bem na hora da minha Revolução Lunar, 14 graus de Capricórnio. As coisas vão dar certo. Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz - se não tiver, a gente inventa. (...) Hoje estou pensando que ter amado meio torto durante tanto tempo talvez esteja me conduzindo a algo mais claro? É uma dúvida que te coloco. E sinto coisas tão boas... ondas de energia claras que me sobem Kundalini acima - e então penso que está certo assim, na nossa sede infinita... acreditar e levar porrada mas voltar a acreditar e cair do cavalo e não deixar de acreditar e se desenganar e se arrebentar mas continuar acreditando que, de alguma forma, há alguma resposta de humano para humano. E que amar o humano do outro e aceitar e amar teu próprio humano, e que esse é o único jeito, o único way-out possível: procurar no humano do outro a saída do nosso próprio humano sem solução. E na minha memória, amar os pés nus do meu amor na minha blusa roxa. Ou o beijo na boca na escadaria. E pouco importar que tudo tenha sido ou continue sendo fantasia ou carência, porque é assim que as coisas são, e é através disso - e só disso, venusiano total - que posso crescer, e não me importo nem um pouco de voltar e acreditar e de ficar todo aceso e mais delicado para olhar as coisas, qualquer coisa.


Na minha lápide, quero alguma coisa mais ou menos assim: 'Caio F. - que muito amou'. And that's it.

And that's it."

[Reencontrei essa carta hoje num acaso... me emocionei tanto. Ela é tão bonita, tão minha, que quase troco "Caio F. - que muito amou" por "Kate R. - que muito amou". Então a divido... com alma. #umbeijonabochecharosadad'ocês e outro beijomolhadonaboca do meu Melhor amor, obrigada por ler e palpitar sobre o que escrevo.]
 
 
 

22 de julho de 2011

FONDUE

O dia dos namorados, comercialmente falando, já foi, ainda bem, porque fica somente o que tem que ficar,  [explosão]... e fica! Piro na conchinha que formamos, no cafuné, nos presentes (sem data), no sexo do bom e no amor do bem, surpresas, vinho... enfim...

Lembrei da primeira vez que veio em casa, com cara de exclamação dizendo:

(ele) - seu apartamento é frio!

(eu)  - constatação, (risos).
        Sou gélida ás vezes.

(ele) - seu coração 'tá" frio?

(eu)  - não, o vermelho é uma cor quente.

(ele) - falo do seu coração.

(eu)  - falo do meu apartamento. Minha parede é vermelha.

(ele) - Seu coração também...
               [EXPLOSÃO]

(nós) - (só)risos


[Sou uma trilha musical, lembrei da música da
Mária Gadú  Lounge, onde ela canta: Vamos entrar.
A minha casa não é quente. Trago o vermelho pra esquentar...
aff, tem o nosso jeitinho!]




Bom,

para espantar o frio, nada melhor do que um  festival de inverno em casa, com caldinhos diversos, chocolates quentes, café com tudo que se possa imaginar e é claro, meu preferido... fondue.



Tudo perfeito


 Ele sempre é tão atencioso com os detalhes


Ele tocou More Than Words do Extreme


E com aquele olhar que me invade, disse:

Então, você não precisaria dizer que me ama
Pois eu já saberia...


Ai ai



Apaixonadamente, lembrrei de um trecho do filme Le fabuleux destin d'Amélie Poulain, onde Amélie ouvia sua vizinha, saudosa,  ler cartas de amor á espera de um marido que não chegaria mais.
Amélie retém seu olhar na pobre senhora e diz:

- Eu não sou a doninha de ninguém.

Ela diz de uma forma tão singela e única... Que me deu vontade de dizer da mesma forma, só que o oposto desta afirmação e com toda amabilidade que o amor deixa nestas palavras:

Novamente eu sou A Doninha de alguém. Amém. Como estou boba, rs.




[Ao som ao pé do ouvido, O Meu Amor ]




AMOR PERFEITO

"E eu que plantei um amor-perfeito, fico ao pé da planta até hoje esperando brotar. Um dia eu quero olhar pra carinha da flor e perceber o calor da minha mão nela.  A sementinha foi lançada, não sei se num solo fértil. Não sei se dará flor ou poema e, ainda, se nos faremos companhia.


Eu só queria ter alguma coisa que me obrigasse a lembrar de que a vida brota e se fortalece quando se rega. Às vezes esqueço."

 
  
Peguei... porque parece meu.
 
 
 

 Hoje, este trechinho da Marla, é todinho meu.

DE PEITO ABERTO

O que não se procura do jeito certo não se acha


Pode até doer, mas é simples assim....


Hoje entendo coisas que me disseram há tanto tempo... Não adianta procurar, não adianta querer encontrar, se não for do jeito certo você não faz por merecer.

Obrigada, meu Deus, pela força e paciência que me deu. A espera não é uma esperança vazia. É uma certeza que vem aos poucos e bem no tempo dela. Amém.




[Eu e minhas trilhas sonoras, ouvindo repentinamente
 pela décima primeira vez Lenine]

18 de julho de 2011

OS DIFAMANTES




De vez em quando (bem mais "quando" do que "vez") ainda é possível ter uma surpresa agradável, (eu tive), e uma delas é "Os difamantes". Surpreendentemente, trata-se de uma comédia, escrita para o teatro, em horário normal e dias normais, que até chega ao exagero de ter alguma coisa para dizer - brincando, de modo alegre, mas tem, está em cartaz no teatro Anhembi Morumbi, com texto de Martha Mendonça e Nelito Fernandes, com direção de Ernesto Piccolo.



O texto de Martha e Fernandes é uma divertida crítica à indigência da maior parte do material apresentado na telinha e, ainda melhor, às revistas de fofocas e famosos. No simpático cenário de Sérgio Marimba, um quarto com imensa cama e paredes translúcidas, o casal planeja sua vingança, a criação de um programa de TV criticando as asneiras que o divertem, mas não prevê os perigos de ser engolido pela máquina na hora em que for para o estúdio... Só isso, mas isso com um diálogo ágil e alfabetizado, escrito para ser devidamente explorado por atores.



A montagem é simples mas eficiente, e cria um mundo não televisivo que é fundamental para a essência do texto. Os figurinos de Laura Lima são tão divertidos quanto o resto e marcam a passagem do tempo com eficiência. A luz de Paulo César Medeiros é precisa e integrada na ação e no clima, e a trilha de Rodrigo Pena também funciona bem. Participam com eficiência os vídeos de João Jardim.


Teatro: é sempre bom demais!

só(ri).






Vale lembrar: Em SP  é curta temporada.

6 de julho de 2011

QUESTÕES E AFIRMAÇÕES


“Por que cantar? Nunca ouvirá...”
“Acredito em música como alguns acreditam em contos de fadas.”

SUSPIROS

[explosão!]



... quero um amor desses que não caiba em mim de tão grande. Quero sentir no abraço dele que eu sou um amor que não cabe nele também. E quero pro resto da vida.








[Ouvindo Hung Laurie, Aqui.]



28 de junho de 2011

AMOR SERVE É PARA MELHORAR A VIDA DA GENTE

... se não melhorar, é doença, obsessão, necessidade de masoquismo pra se sentir importante. E só.

[acordei com esta música Aqui]




♪♫ Eu podia ficar feio, só perdido,

mas com você eu fico muito mais bonito,
mais esperto.



E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo... ♪♫
 
 
   
[Amor pra mim é isso aí... Se eu simplifico? Ah, claro que não. Tô com preguiça de ser inteira. Hoje tô bem metade, meio copo,  meio dia. Escrevo porque me dá tesão, me dá na telha, me incita, movimenta, transborda... Escrevo para questionar, para acomodar e [in]comodar as idéias. Pensamento tem que ser solto, (pensamento preso é servidão, não sou servil), devaneio, sentimento de todos os jeitos. Rascunhos. De mim.]

ASSIM

Já vou avisando. Texto estranho.

Quando você encontrar aquele que vai te roubar o coração você encontra tempo pra ele." Dito e feito.



[ouvindo A Banda mais Bonita da Cidade, aqui.]


Algumas mulheres acreditaram que o mocinho vivia uma "fase conturbada" se enganaram como se engana cotidianamente todAs. Não é que ele não tenha tempo. Ele não tem tempo PRA ELA. E isso triste, e chato, e dói um bocado... escolher olhar pra isso exatamente como é, machuca, mas traz pra gente também a perspectiva de que nossas prioridades não podem ficar estacionadas na porta de alguém que simplesmente talvez nunca se abra pra elas.



"... Lá fora há milhares de possibilidades de felicidade.(...) De realidade. E vc eternamente trancada na porta que o mundo fechou na sua cara."

 
O bom encontro é de dois. Só pode ser de dois. Nem sempre as coisas acontecem na velocidade que a gente gostaria, com a pressa que a gente gostaria, do jeito que a gente gostaria... mas "só quem tem disposição pro amor eterno, é que o aceita e o vive como tal, mesmo que ele dure o tempo de um cigarro aceso. Porque é para isto que vivemos: para descobrir a eternidade que têm as coisas perecíveis: eternidade que está em nós..."

Estou vivendo esta eternidade de coisas perecíveis. Que o cigarro seja longo!

Eu não sei exatamente o que foi que me motivou a começar este texto. Mas a sensação que me veio quando ouvi aquela regravação de "take a bow" foi estranha... Prefiro a letra da Vanessa. O bom encontro é de dois, porque quando você caminha os passos do outro, aquilo que era pra ser um encontro deixa de ser encontro e passa a ser perseguição. Por mais que a gente queira, deseje, ame, pra que seja de verdade é preciso que o outro também venha... É dar os nossos passos que nos cabem e esperar que o outro dê os passos que lhe cabem, em retorno. É fazer a nossa parte e esperar que a outra pessoa faça a parte dela, de volta. Mas nem sempre é assim...

Texto tolo. Mas é que a gente sofre quando tem as expectativas devastadas... Todo mundo sofre. Acho que o mais difícil é assumir nosso sofrimento com dignidade e reaprender a continuar da melhor forma que puder ou quiser. Sem se desrespeitar, se humilhar ou perder o amor-próprio... sei lá.

Moral da história? Nenhuma. O mundo gira, as coisas se transformam. Mas uma história de amor só é uma história de amor se for ao mesmo tempo para as duas pessoas. Ninguém pode viver o amor da sua vida sozinho. Nem se contiver todos os sentimentos do planeta em si mesmo. Ninguém.
 
Nunca amei sozinha, quis sozinha ou #seilá. Junto sempre foi mais "dotoso"... Mas este amor que eu vivo hoje, é de longe, o MELHOR amor da minha vida. Amém.


Me fez lembrar do que li na minha mocidade.

 "Todas as cartas de amor são ridículas, mas não seriam ridículas se não fossem cartas de amor".
 
 
Avisei.

GLASS SLIPPER


"Só porque o sapato serve, não significa que você queira usá-lo."


Gossip Girl




SUGAR


"E se o mundo todo estiver errado, inclusive a gente, e a pessoa certa for exatamente você?”

27 de junho de 2011

MULHER BURRA




Entenda por que sua inteligência diminui quando você se apaixona”  - (Tenho que confessar, rs! "Tô" amando ficar burrinha)


Conta a história de Juliana, Renata e Carolina, mulheres por volta dos trinta anos, separadas, solteiras ou enroladas com a vida profissional estabilizada, que não se cansam de experimentar e errar em busca de um grande amor.


Para essas mulheres o que importa mesmo é a jornada, ainda que dolorosa e cômica em busca do par ideal. Contando e ouvindo histórias, essas mulheres buscam entender porque elas simplesmente “emburrecem” quando se apaixonam.

De uma forma muito leve e divertida, mas também realista e tocante, a peça fala do amor e das conseqüências dele. Tudo isso com o conhecimento de causa de quem realmente entende do assunto: “Mulher Burra”.


Texto: Carla Araujo e Lígia Hsu
Direção: Karina Barum
Produção: Cia. Maria Bonita - VEJA // TRECHOS DA PEÇA
Com: Carla Araújo, Daniela Dams e Lígia Hsu


Peça nada pretenciosa, cômica na medida e com sutileza. Depois, #fondue (diversos) e é claro um vinho licoroso no ponto. Noite boa, noite fria e quente ao mesmo tempo, beijos intermináveis. #elemefazbem!

24 de junho de 2011

DOSADOR



[Ouvindo Monique Kessous]





 
Palavra muda
Palavra que muda
Palavra molhada
Carvão cor de rosa
Desenho em nuvens
Pedaço de nuvem:
- Algodão doce

Pressa de você
Saliva entre os dentes
Olhar que não atravessa
Olhar que me enxerga
Beijo que cala
Abraço que invade

Parede vermelha
Cama quente
Amor que enche
Amor latente
Amor da gente
dos Ador...

Estrela azulada
Pipoca no céu
EN - TU - SI - AS - MA - DA...

Assim, vou dosando o amor para transbordá-lo.




Ter escrito dosAdor, deu a sensação de borboletas azuis no estômago
e esta fotografia me fez transbordar, inundar...
#vontaDEvocê


DA MENINA


"Descobre o peito
Pinta a boca e beija o espelho
Que reflete a silhueta que você acabou de descobrir
Perfuma a nuca,
Perfuma o pulso,
Sente o seu perfume
E sai de salto por aí..."



teamo mais e melhor#


Ao som de Tulipa Ruiz


DAS COISAS...

Que você Kelvin, (meu melhor amor) pensa sobre mim - traduzidas também em músicas.






E é tão gostoso ouvir você cantar esta música no meu ouvido!





PRA VOCÊ

Eu digo sim...




Não há nada que eu não possa fazer por você lobo mal.


Peça!


Mas ainda estou limpando umas coisinhas... ao som de Vander Lee, me concentro e começo a DESarrumar, a me DESmontar. Estou reformando meu interior. Isso leva tempo. A escolha do que jogar fora, o que guardar...

 - dá um trabalho danado.




Minhas Vogais e Consoantes são Altamente Inflamáveis e Ardidas